O TUNING e seus moinhos de vento...

Quem já não riu (ou até sentiu-se envergonhado) vendo uma foto antiga de si mesmo com roupas ou cortes de cabelos que eram verdadeiras febres em épocas remotas?
Calças boca de sino ou largas (bags) com as barras dobradas, franjas longas cobrindo o rosto, discos de bandas de rock pesado ou em um show do MENUDO* (pula isso! rs). Todas as manifestações de moda (ou modismo), escolhas e comportamentos refletem o momento ou a identidade de uma geração.
Com os carros e o TUNING não é diferente. Modelos de rodas, acessórios, pinturas, adesivos e personalizações se adaptam, tornam-se démodé **ou se reinventam a cada dia.
Há quem afirme inclusive que o TUNING morreu há algum tempo. Em sua versão mais extreme, talvez tenha reduzido exponencialmente o seu número de seguidores, mas a essência que é: modificar um veículo a fim de deixá-lo ao gosto de seu dono e (pelo menos quase) único permanece vivo. E afirmo mais: IMORTAL!
Disfarçado, o TUNING ganhou novas roupas e cortes de cabelos, novas definições e nomenclaturas. Em muitos casos evita-se até que o “novo” estilo tenha esse rótulo. Todo grupo em ascensão acredita que carrega a bandeira de algo diferente, inusitado. Mas se o TUNING representa ser ou ter algo diferente da massa, como desvinculá-lo?
É nesse momento que aparece a polêmica resposta dessa questão abordada: NÃO HÁ COMO! Mesmo que isso seja inadmissível para muitos...
Independente de ser rotulado, de gostar ou não, QUALQUER estilo de personalização automotiva (por mais enferrujada que seja), é (e sempre será) TUNING...uns mais ousados, outros menos, mas sempre TUNING.
Vai personalizar seu carro? BEM VINDO AO CLUBE!
Autor: ALEXANDRE DONEGÁ
Legendas:
**démodé – que saiu de moda, em desuso.
* MENUDO – falei para pular isso! rs






